Como a corça sedenta em busca das correntes de água,
assim eu suspiro por ti, meu Deus.
Tenho sede de Deus, do Deus da vida!
Quando poderei contemplar a presença de Deus?
As minhas lágrimas são o meu alimento de dia e de noite,
porque a toda a hora me perguntam:
«Onde está o teu Deus?»