Provérbios 29:4-16 — Comparar Todas as Versões
Provérbios 29:4-16 NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje)
Quando o governo é justo, o país tem segurança; mas, quando o governo cobra impostos demais, a nação acaba na desgraça. Quem bajula os seus amigos está armando uma armadilha para si mesmo. Os maus são apanhados na armadilha dos seus próprios pecados, mas os honestos andam livres e felizes. A pessoa correta se interessa pelos direitos dos pobres, porém os maus não se importam com essas coisas. Os que zombam de tudo põem uma cidade inteira em confusão, mas os sábios mantêm tudo em paz. Quando um homem inteligente discute com um tolo, este somente ri, xinga e causa confusão. Os assassinos odeiam as pessoas direitas, mas os bons protegem a vida delas. O tolo mostra toda a sua raiva, mas quem é sensato se cala e a domina. Quando um governador dá atenção a mentiras, todos os seus auxiliares acabam se tornando maus. O pobre e aquele que o explora só têm uma coisa em comum: o SENHOR Deus lhes deu olhos para verem. As autoridades que defendem o direito dos pobres governam por muito tempo. É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha. Quando os maus estão no poder, o crime aumenta; mas as pessoas honestas viverão o suficiente para ver a queda dos maus.
Provérbios 29:4-16 NVI (Nova Versão Internacional - Português)
O rei que exerce a justiça dá estabilidade ao país, mas o que gosta de subornos o leva à ruína. Quem adula o seu próximo está armando uma rede para os pés dele. O pecado do homem mau o apanha na sua própria armadilha, mas o justo pode cantar e alegrar‑se. Os justos levam em conta os direitos dos pobres, mas os ímpios nem se importam com isso. Os zombadores agitam a cidade, mas os sábios desviam a ira. Se o sábio for ao tribunal contra o insensato, não haverá paz, pois o insensato se enfurecerá e zombará. Os violentos odeiam os íntegros e procuram matar o homem reto. O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio domina‑se. Para o governante que dá ouvidos a mentiras, todos os seus oficiais são ímpios. O pobre e o opressor têm algo em comum: o SENHOR ilumina os olhos de ambos. Se o rei julga os pobres com justiça, o seu trono estará sempre seguro. A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe. Quando os ímpios prosperam, prospera o pecado, mas os justos verão a queda deles.
Provérbios 29:4-16 ARA (Almeida Revista e Atualizada)
O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna. O homem que lisonjeia a seu próximo arma-lhe uma rede aos passos. Na transgressão do homem mau, há laço, mas o justo canta e se regozija. Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o perverso de nada disso quer saber. Os homens escarnecedores alvoroçam a cidade, mas os sábios desviam a ira. Se o homem sábio discute com o insensato, quer este se encolerize, quer se ria, não haverá fim. Os sanguinários aborrecem o íntegro, ao passo que, quanto aos retos, procuram tirar-lhes a vida. O insensato expande toda a sua ira, mas o sábio afinal lha reprime. Se o governador dá atenção a palavras mentirosas, virão a ser perversos todos os seus servos. O pobre e o seu opressor se encontram, mas é o SENHOR quem dá luz aos olhos de ambos. O rei que julga os pobres com equidade firmará o seu trono para sempre. A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe. Quando os perversos se multiplicam, multiplicam-se as transgressões, mas os justos verão a ruína deles.
Provérbios 29:4-16 ARC (Almeida Revista e Corrigida)
O rei com juízo sustém a terra, mas o amigo de subornos a transtorna. O homem que lisonjeia a seu próximo arma uma rede aos seus passos. Na transgressão do homem mau há laço, mas o justo canta e regozija-se. Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o ímpio não compreende isso. Os homens escarnecedores abrasam a cidade, mas os sábios desviam a ira. O homem sábio que pleiteia com o tolo, quer se perturbe quer se ria, não terá descanso. Os homens sanguinários aborrecem aquele que é sincero, mas os retos procuram o seu bem. Um tolo expande toda a sua ira, mas o sábio a encobre e reprime. O governador que dá atenção às palavras mentirosas achará que todos os seus servos são ímpios. O pobre e o usurário se encontram, e o SENHOR alumia os olhos de ambos. O rei, que julga os pobres conforme a verdade, firmará o seu trono para sempre. A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe. Quando os ímpios se multiplicam, multiplicam-se as transgressões, mas os justos verão a sua queda.
Provérbios 29:4-16 NVT (Bíblia Sagrada, Nova Versão Transformadora)
O rei justo dá estabilidade à nação, mas o que exige subornos a destrói. Quem bajula os amigos prepara uma armadilha para os pés deles. A pessoa má é pega no laço do próprio pecado, mas o justo escapa e grita de alegria. O justo se preocupa com os direitos dos pobres, mas o perverso não dá a mínima atenção para isso. Os zombadores alvoroçam a cidade inteira, mas os sábios acalmam a ira. Se o sábio levar o insensato ao tribunal, haverá tumulto e zombaria, mas nada se resolverá. Os sanguinários odeiam o íntegro, mas os justos procuram ajudá-lo. O tolo mostra toda a sua ira, mas o sábio a controla em silêncio. Se um governante der atenção aos mentirosos, todos os seus conselheiros serão perversos. O pobre e o opressor têm isto em comum: o SENHOR permite que ambos enxerguem. Se o rei julgar os pobres com justiça, seu trono durará para sempre. A criança que é corrigida se torna sábia, mas o filho indisciplinado envergonha sua mãe. Quando os perversos estão no poder, o pecado se multiplica, mas os justos verão sua queda.
Provérbios 29:4-16 NAA (Nova Almeida Atualizada)
O rei justo traz estabilidade ao país, mas o amigo de impostos o leva à ruína. Quem lisonjeia o seu próximo está armando uma rede para os seus pés. Na transgressão do homem mau, há uma armadilha, mas o justo canta e se alegra. O justo se interessa pelo direito dos pobres, mas o ímpio não se importa com isso. Os zombadores alvoroçam a cidade, mas os sábios acalmam os ânimos. Se o sábio discute com um insensato, quer este se enfureça, quer se ria, não haverá descanso. Os homens sanguinários odeiam o íntegro, mas os retos procuram o seu bem. O tolo derrama toda a sua ira, mas o sábio se domina e a reprime. Se um governador dá atenção a palavras mentirosas, todos os seus servos virão a ser perversos. O pobre e o seu opressor têm algo em comum: é o SENHOR quem dá luz aos olhos de ambos. O rei que julga os pobres segundo a verdade firmará o seu trono para sempre. A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe. Quando os ímpios se multiplicam, multiplicam-se as transgressões, mas os justos verão a ruína deles.
Provérbios 29:4-16 NBV-P (Nova Bíblia Viva Português)
Um rei justo ajuda seu país a crescer e viver em paz, mas o rei que quer ficar rico à custa do povo acaba destruindo sua nação. Quem faz elogios falsos a seu amigo está preparando uma armadilha para si mesmo. No pecado do homem mau há uma armadilha, mas o justo está seguro e canta de alegria. O justo se preocupa em conhecer as necessidades e direitos dos pobres, mas o perverso não se importa com essas coisas. Os irresponsáveis armam confusões por toda parte, mas os sábios procuram ajudar os outros a viver em paz. Discutir com um tolo irresponsável não adianta nada! O resultado será sempre o mesmo: ele fica furioso ou zomba do que você diz. Os violentos odeiam o homem sincero e bondoso, mas os justos procuram proteger a vida desse homem. O tolo explode em gritos quando está furioso, mas o homem de bom senso controla suas reações. Quando um rei acredita em homens mentirosos, todos os oficiais acabam se tornando maus. O pobre e aquele que explora os outros têm uma coisa em comum: O SENHOR deu vista a ambos. Um rei que não despreza os pobres para dar vantagens aos ricos ficará muito tempo no trono. A vara da correção dá sabedoria, mas a criança que sempre faz o que deseja envergonha a sua mãe. Quando os maus se multiplicam, multiplica-se o pecado, mas os justos verão a sua queda.